O padre quebrou o silêncio numa mensagem partilhada nas redes sociais, “Apetecia dizer em bom português vão chamar pedófilo à p*** que os pariu… mas sou educado, sempre fui e sempre serei”, lê-se na mensagem intitulada “Nota breve e única”, em que o padre diz que vai manter o silêncio porque “é o maior e melhor aliado da inocência e da justiça”.
Um caso que remonta a março deste ano ainda dá que falar. Um menor de 14 anos terá recebido mensagens de teor sexual, enviadas por padre que, na altura, exercia funções na paróquia de S. João de Lourosa. Em agosto Luís Miguel da Costa, de 46 anos, foi suspenso de todas as atividades que desempenhava.
Fonte do Tribunal Diocesano de Viseu negou a constituição de um tribunal próprio para julgar o pároco de S. João de Lourosa. A investigação ainda se encontra em curso.
Se por acaso Viseu acabar por julgar o sacerdote, poderá ser criado um tribunal próprio com três juízes, “que poderão ser de outras dioceses”.
Para além de estar a ser investigado pela Igreja, o sacerdote está a ser investigado pelo Ministério Público, tendo já sido constituído arguido.
Na última segunda-feira (18 de outubro), o jovem foi ouvido no Tribunal de Viseu para memória futura.












